02/01/11

PRIMEIROS POVOS - O RESUMO

Aqui fica então um pequeno resumo dos primeiros povos habitantes do espaço lusitano:

- IBEROS : foram os primeiros a chegar à Península, e como não havia provas de anteriores proprietários, deram o seu nome à terra. Eram muito atrasados em civilização, tiravam burriés do nariz com a ponta da unhaca e cheiravam mal dos pés, cobriam-se de peles de animais, nomeadamente deles próprios e dormiam em cavernas de poucas estrelas.

- CELTAS : pensa-se que eram originários da Gália, embora outros historiadores afirmem que eles vinham de Glasgow, na Escócia, sendo adeptos do Celtic. Viviam também em estado de comunhão com a Natureza, sendo os precursores do campismo selvagem, montando cabanas circulares de pedra, grosseiras, cobertas de palha, onde quer que lhes apetecesse. Juntaram-se aos Iberos (especialmente às Iberas) nas noites frias de Inverno, e da brincadeira resultaram os Celtiberos.

- LUSITANOS : uma das tribos descendentes dos Celtiberos e que, por isso, herdaram virtudes e defeitos dos dois povos. Eram aguerridos e valentes, embora algo estúpidos, pois podiam ter começado a conquistar mais cedo, poupando imenso trabalho aos futuros reis de Portugal. Viviam da caça, da pesca e da recolha de frutos silvestres, o que lhes proporcionava uma dieta equilibrada.

- FENÍCIOS : povo marítimo, que acrescentou à nossa identidade o hábito de meter água. Fixaram-se no litoral e dedicaram-se ao comércio, vendendo perfumes, madeiras e papiros em troca de estanho, prata e ouro, numa forma de comércio altamente vantajosa perante otários, conforme se pôde confirmar mais tarde no comércio português com África. Introduziram técnicas de mercado, como o fabrico em série e a venda a crédito, embora sem a proliferação de cartões automáticos que se assiste hoje em dia.

- GREGOS : foram poucas as suas influências na nossa identidade, dado que se viram gregos para cá chegar derivado à distância, o que até nem foi mau de todo, pois safámo-nos de aturar uma quantidade industrial de filósofos. Seguiram as pisadas dos Fenícios, montando pequenas colónias junto ao mar, o que deu origem ao aparecimento da chamada “água de colónia”.

- CARTAGINESES : tem-se considerado que vieram do norte de África para controlar todo o comércio da península. No entanto, escavações ultra-secretas feitas no sub-solo da zona sobre a qual assenta Lisboa, revela que os cartagineses eram chineses carteiristas que actuavam preferencialmente nos túneis do metro em hora de ponta, tornando-se muito ricos e com isso fomentando a cobiça e inveja do império romano.

- ROMANOS : muito civilizados, ambiciosos e adeptos do monopólio, não descansaram enquanto não dominaram toda a península Ibérica. Impuseram a sua moeda,a sua língua e, duas vezes por ano, lançavam colecções de vestuário e calçado, em desfiles muito apreciados e que deram à moeda romana um grande prestígio, nem sequer manchado pelo facto de assassinarem à traição Viriato e Sertório, chefes das associações comerciais lusitanas.

- BÁRBAROS : foram vários os povos que, sob este nome, vieram fazer a vida negra aos romanos, derramando sangue a rodos, o que sujava as carpetes com nódoas muito difíceis de tirar. Entre eles estão os Vândalos (hooligans do pior que havia, criadores do hooliganismo enquanto corrente estética); os Suevos (suecos novos, altos, loiros e toscos para o jogo da bola); os Alanos (cujo nome é a junção de “Ala” e “nós”, ou seja, ala que se faz tarde, aí vamos nós – atacavam sempre em grupo); os Lombardos (filhos da Lombardia e criadores da couve com o mesmo nome); os Visigodos (do arcaico “vis” mais “gordos”, isto é, maus e gordos; sendo brutamontes maléficos, eram de tendência ariana, logo neo-nazis, e após as conquistas comandadas por Teodorico, nos deixaram nomes próprios como Adalberto, Brunilde ou Cremilde, que fazem a felicidade dos padrinhos na hora do baptismo); os Ostrogodos (igualmente gordos mas cujo nome deriva de “ostra”, devido a serem tão fechados sobre si mesmos, não permitindo que se conheça muito sobre eles).

- MUÇULMANOS : tal como os chineses viriam a adorar Mao-Tse Tung e os portugueses o Mau-Maria, os mouros veneravam Mao-mé. Deixaram-nos ficar a al-face, o al-moço, a al-mofada, a figueira, a laranjeira, a bússola e algumas outras coisas, que ficaram pelo caminho durante a fuga aos cristãos. Diz o Corão “Combatei pela causa de Deus (...) Crentes! Não os matastes, Deus os matou. Não atiras quando atiras, Deus é quem atira”. No entanto, quando os cristão começaram na reconquista, verificaram que Deus não podia atirar em tantos, e decidiram retirar.

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